12 fevereiro 2007

SHANGRILÁ

SHANGRILÁ
Shangrilá: meu fiel e grande amigo,
Queira dizer se há algo errado contigo?
Por que calaste, quando tinha que falar?
E por que falaste, quando era para calar?

Mundo sem razão... O que está acontecendo?
Shangrilá me explique! Pois, não entendo!
Se precisares de mim, tu podes confiar,
Vou correndo, dar-te o ombro pra chorar...

Mas, também a ti pedirei algum auxílio.
Vou até... solicitar-te um singelo exílio.
Refugiar-me-ei em meu “canto” no seu coração.
Dê-me nesse instante, uma dose de atenção.

Ao me olhar no espelho, não estou me vendo.
Alegria está morrendo, a tristeza vai vivendo.
A maldade está nos outros. “Outros” sou também.
Egoísmo vive, ninguém se preocupa com ninguém.

Shangrilá, a hipocrisia agora mora ao lado,
É triste falar: a verdade hoje é algo antiquado.
Tudo está tão complicado, só em ti confio,
Sem tua amizade estarei ilhado, num imenso vazio.

Ajuda-me a levantar com as “quedas” sofridas.
Pegue um “remédio” para curar minhas feridas.
Porém, tem remédio se as feridas são no coração?
Só o tempo cura! É uma questão de tempo então...


Shangrilá: caminho da felicidade.
Shangrilá: carinho, afeto, amizade.
Versão mais pura da bondade.
Pedaço mais completo da verdade.

Um comentário:

Erika Cotrim disse...

Hum...adorei o texto..gosto qndo escrevem sobre amizade e companheirismo.bom estar ganhando mais um amigo.

EU E OUTRO EU, EU MESMO... NOS AMAMOS...

"Amar e mudar as coisas me interessa mais" (BELCHIOR).